Ele nasceu "com dois sexos". Agora com 24 anos confessa que o seu purgatório foi pejado de tentativas consecutivas de suicídio (insólito nunca ter acertado).
Este suposto hermafrodita conheceu a sua "cara-metade" a navegar neste mundo cibernáutico (como tantos outros). Apenas lhe contou a sua história quando se conheceram pessoalmente. Ela confessa: após o choque inicial, compadece-se dele! Vivem um amor imenso e fazem amor intenso porém, ela nunca viu o seu corpo na totalidade (e mais qualquer coisa ;-)).
Estão presentes os tão aclamados especialistas que fazem grandes dissertações acerca do tema revelando até, os mais recentes estudos na área.
O púb(l)ico está ao rubro porque a seguir a um "curtíssimo intervalo" este hermafrodita vai fazer uma "revelação surpreendente, aguardem!".
Atónita, apercebo-me que durante a apresentação dos "spots" surgem, no canto superior direito, os dois minutos em contagem decrescente (que evolução)! Dou por mim estupidificada a contabilizá-los...
15, 14, 13, 12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1
"Como prometido, cá estamos!" - grita... mais um pouco de suspense...
E eis senão quando... o suposto hermafrodita não é mais do que "um homem preso num corpo de mulher!" Roga à namorada: "perdoa-me!" e... ambos choram sobre o...bem...leite derramado??? Levo como que um estalo! Acordo e penso: Desculpem?! Durante o amor imenso e o amor intenso o que é que escapou à namorada?! Os meus pensamentos são, agora, perversos.

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