
Raul Moita, pseudónimo de Edgar Élio Fernandes Vieira, Eng.º Civil, trocou as obras de betão pela pintura. Reside em Sta. Maria da Feira e utiliza técnicas mistas para dar vida ao seu Expressionismo.
As tributações da vida e os amores, levaram-no um dia a escrever:
“Quis eu amar lúcida e virilmente uma celeste criatura. Quis ela me ignorar ríspida e silenciosamente numa horrível tortura. Pinto porque nunca a ignorei.”
Nas suas obras transparece alguma intranquilidade porque parece que procura algo que ainda não encontrou.
Vale a pena a exposição "Há um gato no meio dos rostos".
A pintura acima, "Depois da Flagelação", é um exemplo disso.
http://facesdacor.blogspot.com/

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