O meu sangue pulseia; fervilha e a minha pele borbulha freneticamente, qual lava incandescente...ilusão.
Provocas-me! Deixo de me reconhecer! Não quero ser assim! Transformas-me!
Odeio-te por isso, por isto, por aquilo.
Quem és tu e o que fazes aqui??? Porque vives em mim? Porque permaneces aqui?
Estou exausta. As questões acumulam-se como as ervas-daninhas que entristecem o meu jardim.
As respostas? Procuro-as desesperadamente em ti...não as encontro em mim.
Desertificas-me! A minha esperança reside na vegetação rarefeita que se esforça por dar um pouco de cor aqui e acolá nesta tela que teima em querer ser uma obra-prima.

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